5 Momentos constrangedores que toda lésbica vai passar

5 Momentos constrangedores que toda lésbica vai passar

1. O primeiro flerte

Você não sabe como flertar com uma mulher, como saber se ela é do babado, se existe a possibilidade de ela corresponder. Caramba, e se ela corresponder? O que eu faço? Não posso beijar aqui no meio da faculdade na frente de todo mundo (posso?). Será que se eu adicionar no Facebook vou parecer uma louca stalker? Tá, mas e no beijo, como eu faço? Posso passar a mão na bunda, no peito? Será que eu digo que nunca fiquei com menina antes? Socorro!
Daí você dá aquele “Oi!” esquisito com um sorriso meio torto parecendo o Sheldon (the big bang theory) espantando a guria pra bem longe pra sempre.

 

2. O primeiro sexo

Onde eu pego? Onde eu encosto? Como eu faço? Em que velocidade? Em qual posição? Meu deus, quais posições existem? Mas será que eu já chego assim tirando a roupa ou espero ela tirar primeiro. Será que ela vai querer me chupar também? E se eu não gostar? Ai, cara, e se o gosto for meio estranho, todo mundo fala que é. Será que eu enfio uma camisinha no meu dedo? Como é que faz essa bendita tesoura que todo mundo diz? E se ela não gozar? Como eu percebo se ela estiver fingindo? Sheová!!!
Daí você esquece da preliminar (ou demora demais nela), se enrosca na hora de tirar a blusa, dá aquela mordidinha um pouco forte demais, cai da cama sem querer, escuta seu primeiro “pum vaginal” e acha que tem algo de errado com você, e se esconde embaixo do cobertor.
 
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3. O primeiro ataque homofóbico

Você está belíssima e diva no restaurante/bar/pub com a sua ficante e um grupo de amigas. Todas rindo, consumindo, bebendo, se divertindo pra caramba. Claro que, no meio do xaveco todo, vocês dão as mãos, fazem aquele carinho no braço uma da outra, dá uma risadinha deitando a cabeça no ombro dela, chega o rostinho perto, dá um selinho pra ficar mais próxima… Ai chega o gerente na mesa, te cutuca e diz: “Oi, será que vocês podem maneirar um pouco? Os clientes estão incomodados.”
E agora? Se esconde embaixo da mesa? Se afasta da ficante? Paga a conta em silêncio e vai embora? Mete a boca no trombone e xinga o pai de coxinha e a mãe de empadinha? Grita que os incomodados que se mudem? Daí você dá tela azul da morte do windows *PAM* e fica travada por 3 segundos (que internamente parecem 3 séculos).
 
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4. A primeira compra de um item “masculino”

Passeando no shopping, dia de comprar umas coisas básicas novas pra abastecer o guarda-roupa: meias brancas comuns, camisa xadres, camisetas do setor infantil tamanho 14 pra dormir, samba canção pra usar como shorts em casa, cueca boxer pra dormir – porque é super confortável, desodorante masculino – porque você detesta o cheiro doce e floral dos femininos, gel fixador… Passa tudo no caixa, a atendente olha pra você:
“Embrulha pra presente?”
“Não.”
“Mas…”
“Não, moça, é tudo pra mim mesma. É.”
 
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5. O primeiro babaca inconveniente

Eba, dia de finalmente levar a namorada naquele churrasco de família, com os tios, tias, primos, vô, vó, todo mundo reunido. Você ainda não é assumida, ou é, mas a família tá fingindo que nada acontece, então você chega com a sua “amiga”, apresenta como “amiga” e todo mundo trata como “amiga”. Dali a pouco chega um primo: “Nossa, gata essa tua amiga, heim? Apresenta ela pra mim.”
Apresento. Apresento a minha mão no meio da tua fuça! Vaza daqui muleque! Que desaforo! Me respeita!


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Fonte: Sapatômica